Meu nome é Solange, sou mãe do Samuel, tenho 48 anos.

Samuel hoje tá com 16 anos e ele é o meu milagre.

Samuel nasceu com uma síndrome chamada síndrome do X frágil.

Tem um irmão que hoje tem 14 anos também com a mesma síndrome.

Eh, é uma síndrome rara que hoje já é mais conhecida, mas na época que eu tive o Samuel, há 16 anos atrás, ninguém se ninguém falava dela.

Então, foi bem difícil, foi um uma vida no escuro por um bom tempo, por bons anos, para saber o que que era essa síndrome do Xfragas.

Hoje sabemos que Samuel é autista também, que a síndrome traz esse o autismo junto, né? e do esporte três não verbal, tem muitas dependências, limitações.

Até um tempo atrás ele estava ainda, né, num temperamento muito difícil de de agressão, de agressividade com ele e com quem tivesse cuidando dele.

Então, foi um tempo muito difícil que nós passamos até os 16 anos dele.

[Música] Foi numa noite de junho, final de junho, que o Samuel, ele já vindo de uma semana bem difícil, com muita agitação, ele acordou à noite, eu percebi que ele tinha acordado, foi até o quarto e ele tava sentado na cama.

Até então foi um sonho, né? Pensei comigo.

Mas a partir disso, no outro dia acordou, comeu, só que tudo que comia ele queria.

forçar vômito, né? Ele forçava vômito e quando ele forçava vômito, ele já não saía mais nada, porque ele já tinha já colocado tudo para fora e continuava com aquilo.

E nada de febre, ele também não sinalizava aonde estava a dor.

Pensamos, virose, vamos pro UPA, vamos pro UPA.

Chegou lá, o médico olhou, não tinha nada, aparentemente, né, urgente.

Tá, volta para casa, toma de pirona, eh, soro, voltamos para casa.

Passou mais um dia com os mesmos sintomas, foi pra escola, comia e forçava vômito.

Aí fomos de novo pro UPA, mesma coisa.

Um outro médico olhou, não tem nada, é só alguma coisa que ele comeu, que não fez bem e tal.

Voltamos para casa de novo.

Isso era numa sexta-feira.

E Samuel ainda muito agitado, muito agressivo, sem febre.

Então a gente pensava, não tem febre, não é nada muito urgente, né? Não é nada muito grave.

Então vamos continuar.

No sábado ele começou a urinar sangue.

Primeiro xixi dele foi muito escuro e eu nunca tinha visto isso.

E quando eu olhei, eu falei: “Isso não tá normal”.

Eu tirei foto, eu tenho uma amiga, a Juliana, que ela é enfermeira, ela me ajuda muito.

Nossa, Juliana é um anjo.

E mandei para ela a foto, ela falou: “Sol, corre com Samuel”.

Aí eu fiquei em pânico.

Corre com Samuel e já não me disse mais nada.

Corre.

Isso era sábado.

Aí no sábado à tarde.

Isso.

No sábado à tarde que ainda esperamos tudo tudo passar para ver se ia almoçar, para ver se ia continuar essa esse xixi.

No sábado à tarde fomos com ele pro UPA, outro UPA agora, né? E a médica, e eu falei para ela, olha, ele fez xixi dessa cor, mostrei para ela, mas ele ele tá com dor agora, porque a gente via que ele ele se mordia até sangrar e eu ia ajudar.

É, o jeito era o jeito dele falar que tava com dor, né? Ele se mordia, me mordia, batia em mim, porque ele não sabe falar: “Eu tô com dor, me ajuda”.

E e aquilo foi, meu Deus, deve tá doendo demais.

Aí levamos pro UPA.

A médica ali colheu os exames, né, de sangue, de urina, que não conseguiu fazer, mas no sangue deu pancreatite.

Pelo exame de sangue, a médica já ficou preocupada se ele está nesse estágio de urinar sangue, então ele vai ter que ser internado.

entrou na emergência, saímos do CCAP, entrou na emergência do UPA Central e lá dentro eu não pude entrar, né? Domingo pra segunda à noite, ele foi piorando, os sinais vitais foram baixando.

Aí o médico que passou de plantonista, né, do domingo, falou: “O que que esse menino tá fazendo aqui? Ele tá morrendo.

E daí todos os outros, né, que estavam ali junto ficou desesperado.

Não, leva ele para emergência agora, [Música] né, com aquela dor amarrado por conta do de ser autista.

E ele não não para, né? Ali se ele não tivesse daquele jeito, ele ia tá andando porque ele é muito forte.

Aí levou para emergência.

essa emergência, eu não pude ficar com ele.

O médico fez os exames de novo e me chamou, falou: “Olha, como ele é autista, você pode passar essa noite com ele de domingo paraa segunda”.

Passei a noite com ele ali em pé do lado da cama e e ele ali com dor, sedado, mas acordado com dor, não podia mais tomar nada, nem água, nem alimentação.

Estava quiterício, né? Tava ficando já com com tudo amarelado, os olhos amarelos, a pele amarela.

e fizeram o exame nele e o médico lá da emergência disse: “Olha, seu filho tá mesmo realmente com pancreatite, já está com infecções em alguns órgãos, porque a pancreatite ela espele, né, esse esse líquido gera infecção e aí não tem o que fazer porque é o pâncreas que tem que se curar sozinho.

É uma coisa muito difícil, que é o pâncreas que tem que se regenerar sozinho, não tem o que fazer e ele vai morrer.

O médico olhou para mim, ele vai morrer.

Aí eu não falei: “Não, o quê? Não tô entendendo.

Ele vai morrer”.

E a enfermeira que tava do lado dele instalou o olho nele e em mim e falei: “Que que ele tá falando? Ele vai que o Samuel vai morrer por causa da pancreatite?” É isso aí.

Ele falou: “É porque não tem o que fazer, né? E o estágio que ele já está não é culpa dele, não é culpa sua.

Não se não se importe com isso.

” Mas é porque ele não soube sinalizar.

Então se você tivesse vindo antes, seria um pouco mais fácil, mas você não sabia.

É.

Daí eu falei: “Meu Deus, não, Samuel não vai morrer”.

Daí ele saiu de perto e eu fiquei olhando pra enfermeira sem entender nada.

Ele que ele falou: “É, é isso mesmo?” Ela falou: “Não, não esquenta não”.

Ela ficou mais preocupada que eu tá.

Saímos de lá no outro dia.

Aí eu não pude ficar na segunda-feira durante o dia todo.

Eu fiquei do lado de fora.

Até que o médico lá de dentro falou assim: “Olha, não adianta você ficar aqui porque a gente já colocou oxigênio nele.

Ele precisa de um lugar, de uma internação.

Aqui no regional não tinha.

Até que chegamos, conseguimos eh no Agamut.

Chegando lá, ele foi pra enfermaria infantil.

Na enfermaria infantil, isso na terça-feira, passou sábado, domingo, segunda, na terça-feira ele nós conseguimos esse uma internação para ele no gamute, na enfermaria infantil.

Quando a médica saiu para ver e viu que ele tinha 13 anos já, ela falou assim: “Olha, se me desculpa que a coordenadora ela a gente não pode receber o Samuel aqui porque ele é muito grande e realmente ele era, né? Com 13 anos Samuel tinha eh parecia que tinha já uns 16, 17 anos.

Ele sempre foi grande.

E tudo que a gente tem aqui paraa internação é de criança, então nada vai dar nele, né? acesso, todas essas coisas que que a gente usa.

Então não dá.

Eu falei: “Meu Deus, mas e agora?” E a gente nisso esperando do lado de fora dentro da ambulância e o Samuel lá sedado, mas acordado.

Nisso, a médica entrou em contato com a UTI eh adulta no Gamute mesmo.

Até depois de umas boas horas ela ela conseguiu uma internação.

Aí fomos para Gamute.

Chegando lá, na terça-feira, já era umas 2 horas da tarde, Samuel já estava bem mais debilitado, enchando, inchando cada vez mais.

E passou ali até o momento dele entrar na UTI, arrumarem ele e tal.

Eu entrei junto, ainda estava só com oxigênio e piorando.

E o médico olhou para mim e falou: “Olha, a gente vai ter que entubar ele”.

Aí isso me matou.

Parece que ali eu não tinha mais o que fazer.

Eu eu fiquei impotente.

Vai entubar.

Pronto.

Não vai mais respirar naturalmente.

Eu falei ai? Aí euoleci.

A, até aí [Música] eu não tinha ainda chorado pensando que ele ia morrer, né? Eu eu eu ainda tava ali em pé, não, vamos uma coisa de cada vez, porque o que eu aprendi? Eu aprendi com a síndrome que é um dia de cada vez.

A síndrome dos meninos, a gente não sabe como lidar, a gente não entende.

Então, com isso eu também aprendi a lidar.

Não, cada momento é um momento.

Vamos.

Nesse momento eu tô lidando com isso.

Depois a gente vê.

Na hora que falou da intubação, eu fiquei perplexa.

Falei: “Meu Deus, e agora? Eu não vou poder fazer nada.

Eu tô impotente aqui.

Já tava, né? Mas eu eu me senti pronto, tá nas mãos agora, né? Aí eu fui pra igreja do Agame.

E nesse momento eu falei: “Meu Deus, o que que é isso? Isso já era sexta-feira, né? foi passando, foi só piorando.

Na sexta-feira ele internou na UTI adulto.

No sábado teve essa essa ocorrência, né, de intubação.

E eu fui pra capela do Agamute e perguntar para Deus o que que estava acontecendo, porque as pessoas me falavam, mas eu não tinha, eu não tava dando crédito na situação.

Era muito difícil, né, a gente pensar que vai perder um filho depois que um médico falou: “Seu filho vai morrer”.

Eu não tava querendo ali acreditar.

Aí chegou no momento entar.

Eu falei: “O que que tá acontecendo, Jesus? Eu não tô entendendo.

Eu não tô entendendo.

E ali eu chorei e falei com Deus.

E daí me veio Carla Cutes.

Eu não tava.

Carla Cutes entrou na nossa vida quando o Samuel tinha 10 anos, né? No dia da beatificação dele, em 10 de outubro, quando eu ouvi falar sobre Carla Cutes, que foi aí que que eu ouvi falar sobre Carla Cutes e e vendo no celular, eu estava com Samuel na rede, né, balançando com ele na rede lá lá fora.

E quando mostrou o rostinho do Carla Cuts, eu falei: “Nossa, como parece com você, Samuel”.

Porque pr mim, eu olho pro Carlo, eu vejo o Samuel e eu olho pro Samuel e vejo o Carl.

Eu falei: “Nossa, filho, parece com você esse menino e ele vai ser santinho”.

Eu falei pro Samuel e Samuel ali, né? Foi prestando atenção em mim.

mostrei para ele, né, no celular e e falei: “Olha, filho, você parece com ele, eu vou dar você para ele”.

Conversando ali com Samuel, ele vai ser seu padrinho daqui por diante, nesse dia 2020.

E dali foi, né? Depois eu eu postava, né? Olha como parece o Samuel agora tem um padrinho no céu e tal.

e falava pros, mas passou, né? Depois ninguém mais falou, ficamos sabendo da onde que vem, né? Que o milagre, o primeiro milagre foi daqui do Brasil e passou.

Mas aí naquele momento ali com Jesus me veio Carla Cutes.

Daí eu olhei pro sacrário, Carlo Acutes é padrinho do Samuel.

Aí Deus me revelou, tem um propósito.

Essa enfermidade tem um propósito.

Foi aí que eu dei sentido aquilo, aquela dor que eu tava sentindo, aquela enfermidade, aquela dor do Samuel.

Eu falei, tem um propósito, é o Carlo, eu vou divulgar.

E falei ali para Jesus, eu vou divulgar o beato Carlacutes.

[Música] Comecei a falar com Carla Cuts, né, com o Beato.

Eu falei: “Agora você vai ser nosso amigo mesmo, porque nós vamos pedir”.

E ali nós começamos a divulgar.

Aí eu passei pros parentes, né? Olha gente, o Carlo, o Carlo, lembra de 2020? Ele é o padrinho do Samuel no céu e ele é beato.

Vamos pedir a intercessão dele.

Até então não tinha nem a novena ainda, só tinha a oração que eu achei na internet e passei para todo mundo, vamos rezar.

todo dia colocava, postava lá, rezava pelo Samuel, a situação que o Samuel tava e foi daí por diante que nós começamos, descobrimos a novena, toda a família começou, vamos fazer a novena quando todo mundo, né, os amigos e tal perceberam, né, Carla Cutes, nossa, missão SOS lá tem a relíquia do Carla Cutes.

Tinha dois amigos que eram da missão se de santos e e eles me falaram da relíquia.

Os dois falaram no mesmo tempo, né? Assim, eh, um mandou mensagem, depois passou umas horas, o outro mandou mensagem.

Falei: “Nossa, é mesmo?” Falei assim: “Olha, vamos ver se a gente consegue com que a relíquia vá visitar o o Samuel.

Você quer?” Falei: “Imagina.

” Claro, né? Quero, lógico.

E a gente já tinha começado a novena, né? Foi no dia 7 de julho que o Beato foi lá, que é a relíquia, né? Aí foi muito bom quando eles falaram não, o Carlos Cut vai lá visitar o Samuel no hospital e eu tomei aquilo assim vai mesmo.

Aí vocês, né, conseguiram padre, padre Alan.

E no sábado à noite, já na UTI do Agamute, eh, trocou o plantão e o Dr.

Lamartini, que ficou eh responsável pela UTE adulta aquele dia.

Ali o Samuel já estava entubado e eu ficava durante o dia e o pai do Samuel ficava à noite, passava a noite com ele para ele não ficar sozinho.

Acontece que eu fui embora.

Na hora que eu entrei no carro para vir embora, o pai dele me ligou chorando, dizendo que o doutor falou que ele teria que fazer uma cirurgia no Samuel porque ele tinha visto algo no raio X dele que não tinha aparecido em outros exames, no raio X.

Uhum.

Eu falei: “Nossa, mas mas disseram que não não podia abrir porque já estava com a infecção, ele já estava com sepse”.

E ele falou: “Não, e ele disse que é uma cirurgia de risco, é 50% de chance dele não aguentar, mas tem 50% de chance dele aguentar.

Então ele precisa fazer [Música] a cirurgia para descobrir, porque dessa noite ele não passava.

Foi isso.

Ele, o Dr.

Lam Martin olhou para ele e disse: “Dessa noite ele não vai passar na situação que estava.

Tudo muito ruim, muito ruim.

E para mim eu tava ali ainda olhando para Jesus, né? Não, sem acreditar em tudo isso e sabendo que tinha um propósito, que era, né, a divulgação do cargo.

Eles levaram Samuel para pro centro cirúrgico, fizeram uma cirurgia assim eh urgente nele.

11:30 da noite ele entrou no centro cirúrgico, saiu 2 horas da manhã e veio o médico de outro lugar para fazer cirurgia que lá não tinha.

saiu e disse: “Olha, o que que acontece? O Samuel teve uma pancreatite, eh, porque ele tinha uma úlcera no duodeno, um lugarzinho bem escondido que não dava para parecer, não parecia.

Eh, aí nós abrimos, retiramos essa úlcera, mas tá, foi pro quarto e dali por diante na novena, vamos rezar, vamos pedir.

Tem propósito.

Deus nunca deixou esse essa palavra sair da minha cabeça.

Tem propósito.

Dia 7 de julho.

Daí a relíquia do Beato Carla Cutes foi lá visitar o Samuel no hospital.

Às 3 horas da tarde, padre padre Alan, o Dárcio, missionário da missão Santos, com a bênção do padre Marl.

E a partir desse dia, não, neste dia, até então, eu sabia que tinha um propósito, divulgar o Beato Carlacutes, mas eu ainda estava ali morta, em pé, mas morta.

[Música] o Dárcio e vendo ali, né, nós ali ainda continuamos rezando pelo Samuel e o Dárcio me disse: “Olha, eu sinto que você pode pegar o relicário e colocar colocar em cima da barriga do Samuel, que era o abdomen dele, tava muito distendido, tava muito grande, né? Era onde tava toda a infecção e reza por ele.

Oração de mãe tem força, né? tem poder.

E ele ti, você tirou o relicário, né, da da do ostensório, me deu na mão e eu fui rezar em cima, né, da barriga do Samuel.

Na hora que eu comecei a ali a falar, Deus é poderoso para curar, Beato Carlacutes, intercede pelo Samuel, a relíquia fez um tuf como se fosse como se eu tivesse abrindo algo com pressão dentro.

Faz puf.

na minha mão e eu fiquei apavorada.

Falei: “Meu Deus, e agora?” Não fui eu entreguei, né, pro Darcio e falou: “Não fui eu, Dárcio, olha aqui.

” E ali o Darcio ficou assim estupefado.

Meu Deus, isso não podia acontecer e eu com o coração.

Não podia acontecer isso aqui, gente.

Isso é um milagre.

Isso é um é um é um sinal de Deus de que o beato tá aqui intercedendo, né? Foi isso que você me falou.

É um sinal de Deus.

Como para mim foi como se abrisse o Beat pulasse pulasse ali no Samuel e o visitasse realmente ali, né, nas bênçãos de Deus.

Então eu fiquei com isso na cabeça, meu Deus, se ele falou, né, se o missionário falou que era impossível de acontecer, era uma coisa difícil de se abrir, que teria que ter uma uma forma de abrir e abriu na minha mão, é porque Deus tá falando que vai dar certo.

Aí a partir daquilo eu falando: “Meu Deus, vai dar certo, vai dar certo.

” Mas todos os dias o médico vinha todos os dias e me falava: “Você tem que tá preparada dizendo uma hora ou outra ele vai morrer porque ele não vai aguentar”.

[Música] Quando terminou a novena, foi aí, quando terminou a novena, a primeira novena que nós começamos a fazer e terminamos, o Samuel acordou.

Acordou mesmo sedado, ele acordou e sorriu.

Ele estava com o pai dele.

O pai dele filmou e falou: “Nossa, você acordou?” E ele ficou muito feliz.

E ele já olhou para pro celular do pai, já queria pegar o celular.

Então ele reagiu de uma forma inesperada, né? Depois de est sedado ali ainda com sedação, eles não tinham tirado ainda a sedação dele, ele acordou e já tava ali, né? Era ele.

Quando eu cheguei, vi aquilo, falei: “Meu Deus, é a novena, é o beato, hoje é o último dia da novena.

” Então, uma resposta assim maravilhosa da primeira novena.

Eu posso dizer que nesse período, né, dessas intercorrências com ele, muitas vezes eu cheguei em casa pensando em qual roupinha que eu ia enterrar o Samuel.

Por isso que eu tenho raiva de ter acreditado, né, na razão.

Só pelo que eu tava vendo.

Eu falei: “Minha fé é muito pequena”.

Muitas vezes eu chegava em casa e ficava escolhendo qual roupinha que eu vou colocar nele para devolver para Deus, né? Mas aí tomava banho, dormia, no outro dia ia para lá de novo.

Vamos limpar aqui que a gente tem uma guerra.

Bom, a partir disso, a minha fé cresceu, né? E de nada.

Nada é impossível quando a gente acredita.

Nada é impossível para Deus.

Se você tá passando alguma dificuldade, acredite que você não está sozinho e que é o que eu costumo falar para todos.

Toda dor tem um propósito.

Tudo que nos acontece tem um propósito.

E o único e fundamental é que a gente fique mais próximo de Deus.

Porque nós nascemos pro amor.

E às vezes é na dor que a gente aprende, não porque Deus quer, mas porque Deus nos ama e ele nos quer perto dele.

Carla Cutes, esse menino que de início eu não eu não tinha tanta devoção, né? E também não acreditava que foi para mim uma experiência da comunhão dos santos na minha vida, para aumentar a minha fé na comunhão dos santos.

Teve que haver, né, esse episódio na nossa vida, na nossa família.

Então, não se desespere.

Viva um dia de cada vez e acreditando que sempre tem alguém por nós, sempre tem alguém por você.

Se você não conhece Carla Cutes, procura saber.

Ele é muito rápido em responder.

Ele é muito rápido, gente, muito rápido em responder.

É um menino de 15 anos e ele tem essa sede de que eu e você conheçamos a Deus o mais rápido possível aqui nessa vida.

Carla Cuts, intercedei pelos nossos filhos e pelos jovens desta geração.