Se eu te contasse que Nossa Senhora prometeu a Carlo que a Eucaristia seria a arma final contra a maior crise espiritual da história da igreja, você acreditaria se eu te dissesse que Maria revelou a ele que nos próximos anos milhões de jovens voltariam paraa adoração eucarística por causa dessa promessa? Você pararia de assistir agora? Durante 18 anos, eu guardei um segredo.

Um segredo que meu filho Carlo me contou três dias antes de morrer numa madrugada de hospital, segurando minha mão com a pouca força que ainda restava nele.

Ele tinha acabado de voltar de uma aparição de Nossa Senhora.

Sim, você ouviu certo, uma aparição.

E ele estava radiante, chorando de alegria, mesmo sabendo que ia morrer.

E então ele olhou nos meus olhos e disse: “Mama, Nossa Senhora me fez uma promessa sobre a Eucaristia e ela me pediu para contar para você, mas só para você por enquanto.

” Antes preciso te pedir para se inscrever no canal, pois isso ajuda a mensagem de Carlos chegar a mais pessoas.

Meu nome é Antonia Acutes.

Eu sou a mãe do Beato Carlo Acutes e hoje, dezembro de 2024, 18 anos depois da morte dele, eu sinto que chegou a hora de revelar essa promessa ao mundo, porque o que Carlo me contou naquela madrugada não era só para ele, não era só para mim.

Era para todos os jovens que estão perdidos, para todos os católicos que abandonaram a missa, para todos que acham que a eucaristia é só um pedaço de pão, porque o que eu vou te contar aqui não é lenda, não é exagero devocional.

Isso aconteceu.

Eu ouvi da boca dele e eu guardei até agora.

Monza, Itália.

9 de outubro de 2006, 3:14 da manhã.

Eu não sabia que aquela madrugada mudaria não só a minha vida, mas a história da fé de uma geração inteira.

Naquele momento, eu achava que estava apenas velando meu filho moribundo.

Eu estava completamente enganada.

Porque essa promessa sobre a Eucaristia só faz sentido se você entender que eu mesma não entendia nada de Eucaristia.

Eu nasci em 1964 numa família católica italiana.

batismo, crisma, casamento na igreja, tudo certinho no papel.

Mas Deus, Deus era tradição, era cultura, não era vida.

Carlo nasceu 3 de maio de 1991, um bebê lindo, saudável, cheio de energia.

Quando voltamos paraa Itália, para Milão, Carlo tinha poucos meses e eu continuei vivendo aquela vida que eu sempre conheci.

trabalho, casa, escola do Carlo, compromissos sociais, missa só aos domingos, quando dava, quando eu não estava cansada.

Eucaristia para mim era só o momento da missa, o momento de comungar, porque todo mundo comunga.

Tradição.

Eu não entendia, eu não sentia nada.

E sinceramente, eu achava que era normal, que todo mundo era assim.

Que fé era isso? Um conjunto de rituais que você cumpre porque nasceu católico.

Tem gente que vive a vida inteira achando que conhece Deus, sem nunca ter realmente conversado com ele.

E eu era uma delas, até Carlo fazer a primeira comunhão.

Carlo tinha 7 anos, era junho de 1998.

Eu preparei tudo, roupa branca, festa, convidados, fotógrafo.

Para mim era mais uma etapa, mais uma tradição cumprida.

Mas quando Carlo recebeu a hóstia pela primeira vez, quando ele voltou pro banco e se ajoelhou, eu vi, eu vi o rosto dele.

Ele estava chorando com aquele sorriso enorme, olhos fechados, mãos unidas, completamente absorto, como se tivesse acabado de conhecer alguém que ele amava a uma eternidade.

Eu fiquei sem palavras.

Quando chegamos em casa depois da festa, ele me chamou no quarto dele.

Mama, vem aqui.

Eu sentei na cama ao lado dele.

Filho, você tá bem? Você chorou na igreja.

Ele olhou para mim com aqueles olhos brilhando.

Mama, eu nunca mais vou conseguir viver sem a Eucaristia.

Eu franzi a testa.

Como assim, Carlo? Jesus está vivo ali.

Vivo de verdade.

Não é símbolo, não é lembrança.

É ele de verdade.

Eu senti, eu não sabia o que dizer.

Filho, você tem 7 anos.

Como você sabe disso? Ele sorriu.

Eu não sei explicar, mama, mas eu sei.

Do mesmo jeito que você sabe que me ama, você não precisa explicar.

Você simplesmente sabe, algumas verdades não cabem em palavras, elas só cabem no coração.

E a partir daquele dia, Carlo mudou.

Ele começou a pedir para ir à missa todos os dias, todos os dias, antes da escola sozinho, se ninguém quisesse ir com ele.

Ele acordava cedo, tomava café da manhã e ia pra igreja mais próxima.

Eu tentava entender.

É fase, eu pensava.

Ele é criança, isso vai passar.

Mas não passou.

Carlo cresceu 8 anos, 10 anos, 12 anos, 15 anos.

E a devoção dele pela Eucaristia só aumentava.

Ele rezava diante do santíssimo, fazia a adoração, confessava toda a semana e começou a fazer algo que me impressionava.

Ele pesquisava milagres eucarísticos, hóstas que sangraram, hóstas que se transformaram em carne, milagres documentados pela ciência.

Ele catalogava tudo no computador velho que Andreia tinha dado para ele e sempre repetia a mesma frase: “A Eucaristia é minha autoestrada para o céu.

” Eu ouvia aquilo e, confesso, eu não entendia.

Para mim, continuava sendo só.

Missa, só ritual.

Mas para ele, para ele era tudo.

E o mais incrível, Carlo não era um garoto triste, não era esquisito.

Ele jogava videogame, tinha amigos, ria alto, fazia piada, mas ele carregava Jesus de um jeito que eu nunca tinha visto.

E isso me incomodava, porque se meu filho de 10 anos vivia uma comunhão tão real com a Eucaristia, o que isso dizia sobre mim? Eu comecei a me questionar, comecei a ir à missa com mais atenção, não por obrigação, mas por curiosidade.

O que será que o Carlo vê que eu não vejo? E aos poucos eu também comecei a mudar.

Mas então, então veio a tempestade.

Setembro de 2006, Carlo começou a ter dores de cabeça, fortes, constantes.

No começo, achamos que era cansaço, vista, estresse escolar.

Mas as dores só pioravam.

Até que no dia 3 de outubro ele desmaiou na escola.

Eu lembro do telefone tocando.

Eu estava no escritório.

A diretora voz tremendo.

Senorautis, o Carlo passou mal.

Precisa vir agora.

Meu coração parou.

Larguei tudo, peguei o carro, dirigi sem pensar.

Quando cheguei, ele estava na enfermaria, pálido, mas quando me viu, ele sorriu.

Tá tudo bem, mama.

Mas eu sabia.

Mães sempre sabem.

Levei ele direto pro hospital São Gerardo, exames.

E no dia 5 de outubro o médico me chamou sozinha.

Senora acutes, é leucemia.

Leucemia mieloide aguda, muito agressiva.

O mundo desabou.

Quanto tempo? Ele baixou os olhos.

Dias, talvez uma semana.

Eu saí daquela sala, entrei no banheiro e gritei.

Gritei até não ter mais voz.

Meu filho, 15 anos.

E foi ali no chão frio daquele banheiro que eu implorei pela primeira vez de verdade.

Deus, por favor, não leva meu filho, por favor.

Mas eu ainda não sabia.

Eu ainda não sabia que Carlos já tinha entregue tudo e que Nossa Senhora já tinha feito uma promessa.

Carlo foi internado imediatamente.

Quimioterapia pesada, transfusões, medicações que destruíam o corpo.

Mas sabe o que mais me assustava? Carlo não tinha medo.

Ele agradecia aos enfermeiros, consolava os médicos, oferecia o sofrimento e toda noite, antes de dormir, ele pedia: “Mama, traz o Jesus para mim.

Como assim, filho? Pede pro padre trazer a eucaristia.

Eu preciso comungar.

” E assim foi.

Todos os dias padre Jean Franco vinha, celebrava no quarto, Carlo comungava e sempre, sempre aquele perfume, perfume de rosas.

Eu não entendia de onde vinha, mas Carlos sabia.

Um dia depois de comungar, ele olhou para mim e disse: “Ela tá aqui, mama.

Quem? Nossa Senhora! Ela sempre vem quando Jesus vem.

Elas nunca se separam.

Eu gelei.

Você você vê ela? Ele apenas sorriu e fechou os olhos.

Naquele quarto de hospital, o céu estava mais perto do que eu jamais imaginei.

E foi naquela madrugada do dia 9 de outubro que tudo foi revelado.

Naquela noite, Carlo acordou no meio da madrugada, me chamou e com os olhos brilhando de uma forma que eu nunca tinha visto, ele disse: “Mama, ela acabou de sair.

Nossa Senhora esteve aqui e me contou um segredo sobre a Eucaristia.

Um segredo que vai mudar o mundo.

Eu estava dormindo naquela poltrona desconfortável ao lado da cama de Carlo, sempre alerta, sempre com medo de que algo acontecesse enquanto eu não estivesse olhando.

E então ouvi mama.

A voz dele baixinha, mas firme.

Eu abri os olhos de uma vez, pulei da poltrona.

Filho, tá tudo bem? Tá com dor? Mas quando olhei para ele, ele estava diferente, os olhos brilhando, o rosto iluminado, como se ele tivesse acabado de receber a melhor notícia da vida.

Mama, ela esteve aqui.

Meu coração acelerou.

Quem, Carlo? Nossa Senhora.

Eu sentei na beirada da cama, segurei a mão dele de novo.

Ela voltou? Ele acenou que sim e sorriu.

Aquele sorriso que eu conhecia tão bem, mas dessa vez, dessa vez foi diferente.

Como assim? Ele respirou fundo, como se estivesse tentando encontrar as palavras certas.

Ela não veio só para me consolar, ela veio para me dar uma mensagem, uma promessa sobre a Eucaristia.

Eu tremia.

O que ela disse, filho? Carlo olhou fundo nos meus olhos.

E começou: “Mama, Nossa Senhora me mostrou o futuro, não tudo, mas pedaços.

” Eu segurei a respiração e ela disse que depois que eu partir, o mundo vai passar por uma crise muito grande, a maior crise espiritual que a igreja já viu.

Que tipo de crise? As pessoas vão abandonar a missa.

Milhões de pessoas, especialmente os jovens, eles vão achar que a igreja é velha.

que Deus não existe, que a Eucaristia é só pão.

E o pior, mama, o pior é que muitos dentro da própria igreja vão parar de acreditar na presença real de Jesus na Eucaristia.

Eu gelei.

Como assim, Carlo? Padres, bispos, alguns, não todos, mas muitos vão começar a tratar a Eucaristia como símbolo, como lembrança e não como o que ela realmente é.

O próprio Jesus vivo.

Ele apertou minha mão e foi por isso que ela veio para me dar uma promessa.

Nossa Senhora disse que no meio dessa crise a eucaristia será a arma.

Arma? Sim.

Não arma de guerra, arma de salvação.

Arma de conversão.

Ele se apoiou melhor nos travesseiros, tentando se sentar.

Ela disse que Deus vai fazer algo novo, algo que nunca foi visto antes na história da igreja.

Eu estava prendendo a respiração.

Ela disse que uma geração de jovens vai surgir.

Jovens que vão defender a Eucaristia, que vão passar horas em adoração, que vão fazer jejum, que vão voltar à confissão, que não vão ter vergonha de falar de Jesus na internet, nos vídeos, nas redes sociais.

Ele sorriu e ela disse que eu vou fazer parte disso, que depois que eu partir, Deus vai usar minha história para trazer esses jovens de volta.

Lágrimas descendo pelo meu rosto.

Mas como, Carlo? Como você vai fazer isso se você não vai estar mais aqui? Ele segurou meu rosto com as duas mãos, aquelas mãos finas, cheias de hematomas das agulhas.

Porque a Eucaristia não é só para essa vida mama, ela é eterna.

E lá do céu, quando eu estiver diante de Jesus face a face, eu vou poder interceder ainda mais forte, porque estarei na fonte.

Naquele quarto de hospital, eu entendi algo que nunca tinha entendido.

A Eucaristia não é o fim, é o começo.

E tem mais uma coisa que ela disse: “Mama, o quê?” Carlo hesitou como se aquilo fosse grande demais para dizer, mas então respirou fundo e falou: “Ela disse que Deus vai dar um sinal, um sinal claro, visível, negável de que a eucaristia é real.

Que tipo de sinal? Ela não me disse exatamente o quê.

Mas ela disse: “Quando meu coração disparou? Quando?” Nos próximos anos.

Depois da minha beatificação, quando o mundo estiver mais perdido, quando até os católicos estiverem duvidando, Deus vai fazer algo na Eucaristia que vai abalar o mundo inteiro.

Ele olhou pra janela, pro céu ainda escuro lá fora.

Ela disse que pode ser um milagre eucarístico visível, pode ser uma cura impossível durante uma adoração, pode ser milhões de jovens voltando ao mesmo tempo, sem explicação humana.

mas innegável.

Ele virou o rosto de volta para mim.

E quando isso acontecer, o mundo vai ter que escolher, acreditar ou endurecer o coração de vez.

Eu segurei as mãos dele e perguntei algo que estava queimando dentro de mim.

Filho, por que Nossa Senhora escolheu você? Você é só um menino.

Você tem 15 anos.

Por que não um padre, um bispo, um santo antigo? Carlos sorriu, aquele sorriso doce, cheio de paz.

Mama, foi exatamente isso que eu perguntei para ela.

E o que ela respondeu? Ela disse: “Carlo, Deus não escolhe os preparados.

Ele prepara os escolhidos.

E eu escolhi você porque você é jovem, porque você joga videogame, porque você usa internet, porque você fala a língua dessa geração.

E quando eles virem que um garoto comum como você conseguiu viver a Eucaristia com tanta intensidade, eles vão perceber que também podem.

Eu desabei.

Carlo, eu não quero te perder.

Eu sei, mama, e eu também não quero partir.

Mas se Nossa Senhora tá pedindo, se Deus precisa de mim lá, então eu vou e vou feliz, porque sei que não é o fim, é só a mudança de endereço.

E você não vai ficar sozinha.

Eu vou estar mais presente do que nunca, só que de um jeito diferente.

Mama, Nossa Senhora me pediu para te pedir uma coisa.

O que for, filho, ela quer que você guarde essa promessa.

Por enquanto, eu franzi a testa.

Guardar, não contar para ninguém.

Por enquanto não, só pro papai e pro padre de Anfranco, mas pro mundo ainda não.

Por quê? Porque o tempo certo ainda não chegou.

Se você contar agora, as pessoas não vão entender.

Elas vão achar que é exagero de mãe, que é dor da perda.

que eu estava delirando por causa das medicações.

Ele apertou minha mão.

Mas quando a beatificação acontecer, quando os milagres começarem, quando você vir jovens voltando pra Eucaristia aos milhões, aí você conta, porque aí eles vão ter as provas.

Eu balancei a cabeça.

Eu prometo, Carlo, eu vou guardar.

Ele sorriu.

Obrigado, mama.

Naquele exato momento, aconteceu de novo aquele perfume rosas, mais forte do que nunca, preenchendo o quarto inteiro, só o perfume.

E então senti uma presença.

Não consigo explicar direito, irmão, irmã, mas era como se alguém tivesse entrado no quarto.

alguém bondoso, alguém maternal, alguém que me amava mais do que eu conseguia entender.

Carlo olhou para um canto do quarto e sorriu.

Ela tá aqui de novo.

Eu olhei, não vi nada, mas senti.

E naquele momento eu entendi.

Entendi que tudo o que Carlo tinha me contado era verdade, que Nossa Senhora realmente tinha vindo, que a promessa era real e que Deus Deus tinha um plano.

Carlo fechou os olhos ainda sorrindo.

“Obrigado mãe”, ele sussurrou.

“Obrigado por tudo” e o perfume foi sumindo.

Nos três dias seguintes, Carlo piorou muito, febre alta, o corpo não respondia mais.

Mas a paz dele, a paz dele nunca mudou.

Ele rezava, comungava, oferecia tudo e repetia sempre a mesma frase.

A Eucaristia é minha autoestrada para o céu e eu tô quase chegando no destino.

E no dia 12 de outubro de 2006, às 6:45 da manhã, Carlo partiu em paz, sorrindo, com a Bíblia sobre o peito e o rosário na mão, e a promessa ficou guardada dentro de mim, esperando o tempo certo.

Eu mantive a promessa guardada por anos, mas Deus Deus começou a cumprir cada palavra que Nossa Senhora tinha dito.

E quando a beatificação chegou em 2020, eu soube, eu soube que estava na hora de começar a falar.

Depois que Carlo partiu, eu entrei num túnel.

Eu acordava, respirava, funcionava.

Mas por dentro, por dentro eu estava morta.

Andreia tentava me ajudar, mas ele também estava destruído, só que do jeito dele, trancado, calado.

Nós nos distanciamos, não brigávamos, mas também não conversávamos de verdade.

Cada um carregando a própria dor, cada um tentando sobreviver do seu jeito.

E a promessa, a promessa ficou guardada.

Eu contei pro Andreia, claro, contei pro padre Jean Franco também, mas pro mundo, pro mundo disse nada, porque Carlo tinha pedido e eu ia respeitar.

Tem silêncios que dóem mais que gritos, mas que precisam ser mantidos.

Durante esses anos, eu voltei paraa missa, não por obrigação, mas por necessidade, porque era o único lugar onde eu sentia Carlo perto.

Eu comungava e chorava, porque agora, agora eu entendia, entendia o que Carlos sentia.

Entendia porque ele não conseguia viver sem a Eucaristia, porque ali, naquele pedaço de pão consagrado, Jesus estava vivo e Carlo também.

Em 2012, 6 anos depois da morte de Carlo, a diocese de Milão abriu oficialmente o processo de beatificação.

Eles me chamaram para depor, para contar sobre a vida dele, a fé dele, os sinais.

Eu entrei naquela sala com o coração apertado e contei tudo, menos a promessa, porque eu sabia, eu sabia que ainda não era a hora, mas eu contei sobre a devoção eucarística dele, sobre como ele ia à missa todos os dias, sobre o site dos milagres eucarísticos, sobre a frase dele: “A eucaristia é minha autoestrada para o céu”.

E quando terminei, o bispo responsável pelo processo, olhou para mim com lágrimas nos olhos.

Senora Acutes, seu filho era um apóstolo da Eucaristia e eu tenho certeza de que Deus vai usá-lo para trazer muitos de volta ao santíssimo sacramento.

Nos anos seguintes, algo começou a acontecer.

Jovens começaram a descobrir Carlo, não por campanha da igreja, não por marketing religioso, mas de forma orgânica.

quase misteriosa.

Um jovem postava sobre ele nas redes sociais, outro compartilhava, outro comentava, outro criava um grupo e de repente Carlo estava em todo lugar, jovens falando: “Esse cara jogava videogame e era santo.

Se ele conseguiu, talvez eu também consiga.

” Eu comecei a receber mensagens, centenas, depois milhares, jovens dizendo: “Senhora Antônia, eu tinha abandonado a igreja, mas conheci seu filho e voltei.

Eu não acreditava na Eucaristia, mas a história dele me fez questionar.

E agora eu vou à adoração.

E eu sabia, sabia que a promessa estava começando a se cumprir.

Deus não trabalha com pressa, ele trabalha com precisão.

Em janeiro de 2019, a igreja fez a exumação do corpo de Carlo.

É parte do processo, é protocolo.

Andreia foi.

Eu não tive coragem.

Quando ele voltou para casa naquele dia, ele estava pálido, mãos tremendo.

Antonia.

O que foi? O corpo dele está intacto.

Eu gelei.

Como assim? O rosto, a pele, os traços, tudo.

Como se ele tivesse morrido ontem.

Andreia se sentou, cobriu o rosto com as mãos.

Eu vi com meus próprios olhos.

E agora, agora eu não tenho mais dúvida.

Nosso filho é santo.

Dias depois, o corpo foi transferido para Assis, pro santuário da espoliação, e exposto num túmulo de vidro.

Quando eu fui visitá-lo pela primeira vez, eu caí de joelhos.

Ali estava meu filho, 13 anos depois, vestido com jeans, tênis, moletom.

E o rosto dele, o rosto dele estava em paz, como se estivesse dormindo.

Sorrindo, eu encostei a mão no vidro e sussurrei: “Filho, Nossa Senhora cumpriu.

Você está aqui intacto como sinal.

” E então lembrei, lembrei da promessa.

Deus vai dar um sinal claro, visível, innegável.

E ali estava o primeiro sinal, o corpo incorrupto de um menino de 15 anos que viveu a eucaristia com intensidade absoluta.

E então chegou o dia 10 de outubro de 2020, a beatificação de Carlo, no meio de uma pandemia, no meio do caos mundial, no meio de igrejas fechadas, missas suspensas, medo generalizado.

Mas mesmo assim, milhares de jovens foram até Assis.

A cerimônia foi ao ar livre, praça lotada.

Quando o cardeal Agostino Valini leu o decreto papal declarando Carlo como beato, a multidão explodiu.

Aplausos infinitos.

Eu estava na primeira fileira, Andreia ao meu lado.

E quando ouvi, Beato Carlo Acutes, eu desabei.

Meu filho era beato e a promessa, a promessa estava se cumprindo.

Depois da beatificação, algo incrível aconteceu.

Grupos de adoração eucarística começaram a surgir no mundo inteiro, liderados por jovens, para jovens.

Eles se reuniam em capelas, em casas, em universidades e sempre, sempre com Carlo como inspiração.

Eu comecei a receber vídeos.

Jovens na Polônia chorando diante do santíssimo, jovens no Brasil em vigílias noturnas, jovens nos Estados Unidos, na Espanha, nas Filipinas, todos dizendo a mesma coisa.

Carlo me trouxe de volta e então as estatísticas começaram a sair.

Paróquias relatando filas para confissão aos sábados, universidades católicas lotando capelas de adoração 24 horas.

Grupos de oração explodindo e tudo, tudo ligado ao nome de Carlo.

Padre Jean Franco me ligou uma noite emocionado.

Antonia, você tá vendo? Nossa Senhora cumpriu.

Ela disse que viria uma geração de jovens defendendo a Eucaristia e eles estão aqui.

E eu sabia, sabia que era hora, hora de revelar a promessa.

Um mês depois da beatificação, recebi um convite, um grande evento católico de jovens.

Eles queriam que eu falasse sobre Carlo.

Eu aceitei.

E pela primeira vez, pela primeira vez em 14 anos, eu decidi contar.

contar sobre a promessa.

Na noite anterior ao evento, eu rezei.

Carlo, filho, eu vou contar.

Eu vou revelar o que Nossa Senhora te disse.

Se não for a hora certa, me avisa.

E então senti aquele perfume rosas.

Depois de anos, depois de tanto tempo, o perfume voltou e eu soube.

Era a hora.

No dia seguinte, entrei ao vivo, milhares de jovens assistindo do mundo inteiro.

Eu comecei contando a história de Carlo, a vida dele, a fé dele, a devoção eucarística.

E então respirei fundo e contei.

Contei sobre a madrugada de 9 de outubro de 2006, sobre Nossa Senhora aparecendo para ele, sobre a promessa que ela fez, sobre a crise espiritual que viria, sobre a geração de jovens que se levantaria, sobre a eucaristia sendo a arma e sobre o sinal que Deus daria.

Quando terminei, houve um silêncio e então o chat explodiu.

Milhares de mensagens ao mesmo tempo.

Eu sabia que Carlo era especial, mas não imaginava isso.

Nossa Senhora realmente falou e tá cumprindo.

Nos dias seguintes, aquele vídeo viralizou milhões de visualizações, compartilhamentos infinitos e as mensagens, as mensagens não pararam mais.

Nos anos seguintes, a promessa se multiplicou.

Jovens criaram movimentos eucarísticos.

Geração Carlo.

Eles faziam vigílias madrugadas inteiras diante do santíssimo.

E sempre, sempre com o testemunho de Carlo como ponto de partida.

Mas algo mais estava acontecendo, algo que Nossa Senhora tinha profetizado.

A crise, divisões na igreja, escândalos, confusão doutrinária, ataques internos e externos, muitos católicos perdidos, muitos duvidando.

Mas no meio disso tudo, os jovens não desistiram.

Eles se agarraram à eucaristia e sempre que alguém perguntava por quê, eles respondiam: “Por causa de Carlo, por causa da promessa.

E agora, agora estamos aqui.

Dezembro de 2024, 18 anos desde que Carlo partiu, 4 anos desde a beatificação.

E eu sinto, sinto que algo está próximo, aquele sinal que Nossa Senhora prometeu, aquele sinal claro, visível, negável sobre a Eucaristia.

Eu não sei exatamente o que será, mas eu sei que está vindo, porque tudo o que Nossa Senhora disse até agora se cumpriu.

O corpo incorrupto cumpriu, a beatificação cumpriu, a geração de jovens voltando, cumpriu a crise na igreja está acontecendo e agora? Agora só falta o sinal final.

E quando ele vier, o mundo inteiro vai ter que escolher.

Mas tem algo que eu ainda não te contei, algo que Carlo me disse naquela última madrugada, uma instrução, um pedido específico sobre o que eu deveria fazer quando o sinal chegasse.

E essa instrução, essa instrução vai mudar tudo.

Deixa eu voltar aquela madrugada, 9 de outubro de 2006, 3:14 da manhã.

Depois que Carlo me contou sobre a promessa de Nossa Senhora, depois que ele me pediu para guardar em segredo até a hora certa, ele segurou minha mão com mais força e disse: “Mama, tenho uma última coisa.

O que, filho?” Ele hesitou como se aquilo fosse pesado demais para dizer: “Nossa Senhora me disse que quando o sinal vier, quando Deus fizer o milagre eucarístico que vai abalar o mundo, você vai ter uma missão.

” Meu coração disparou.

Que missão? Você vai ter que falar, falar alto, falar sem medo, mesmo que te critiquem, mesmo que duvidem de você, mesmo que digam que você tá inventando.

Ele respirou fundo.

Ela disse que você vai precisar convocar os jovens, convocar para uma grande adoração eucarística mundial.

Ao mesmo tempo, milhões de jovens no mundo inteiro, todos ajoelhados diante do santíssimo, ao mesmo tempo, eu tremia.

Carlo, eu não sei fazer isso.

Eu não sou líder, eu não sou pregadora, eu sou só uma mãe.

Ele sorriu.

E é exatamente por isso que Nossa Senhora escolheu você, porque você é mãe e mães sabem chamar filhos de volta para casa.

Naquele momento eu não entendi completamente, mas prometi: “Eu vou fazer, filho.

Quando a hora chegar, eu vou fazer”.

E durante 18 anos, eu guardei essa instrução também.

Até agora.

Este ano, 2024, tem sido diferente, muito diferente.

Eu tenho sentido algo no ar, algo iminente.

Em fevereiro, comecei a receber relatos estranhos.

Pessoas dizendo que durante a adoração eucarística sentiram perfume de rosas do nada.

Outros dizendo que viram a hóstia brilhar, uma luz suave, mas clara.

Outros ainda dizendo que durante a comunhão sentiram um calor inexplicável, uma paz profunda, um amor avaçalador.

Eu pensava, será que é só impressão? Será que são só experiências subjetivas? Mas então os relatos se multiplicaram.

dezenas, centenas, milhares do mundo inteiro.

Brasil, Filipinas, Polônia, México, Itália, Estados Unidos, todos relatando a mesma coisa.

Algo está acontecendo na Eucaristia.

Em março, recebi uma ligação do Vaticano.

Era Dom Marcelo, da Secretaria de Comunicação.

Senhor Aracutes, a senhora precisa saber de algo, algo que ainda não foi divulgado publicamente.

O quê? Na semana passada, numa pequena paróquia no interior do Brasil, aconteceu um milagre eucarístico durante a missa na frente de dezenas de pessoas.

Meu coração parou.

Que tipo de milagre? A hóstia sangrou no momento da consagração.

O padre levantou a hóstia e ela começou a sangrar.

Sangue real, visível, pingando no corporal.

Eu não conseguia respirar.

E a igreja já investigou? Estamos investigando, mas os primeiros exames de laboratório confirmaram.

É sangue humano, tipo AB.

o mesmo tipo encontrado em todos os outros milagres eucarísticos da história.

Ele fez uma pausa, mas tem mais.

Sabe o que o padre disse quando isso aconteceu? O quê? Ele disse que momentos antes de consagrar, ele sentiu um perfume forte, perfume de rosas, e ouviu uma voz interior dizendo: “Prepare-se, eu vou mostrar ao mundo que meu filho está vivo aqui.

” Lágrimas descendo.

“É a promessa”, eu sussurrei.

“É Nossa Senhora cumprindo.

Nos meses seguintes, mais milagres foram relatados.

Uma cura instantânea de câncer terminal durante comunhão nas Filipinas e sempre, sempre com a presença do perfume de rosas.

Padre Jean Franco veio me visitar em junho.

Antônia, você tá vendo o que tá acontecendo? Tô vendo, padre.

Isso não é coincidência.

Isso é isso é pentecostes eucarístico.

Ele segurou minhas mãos.

Carlos sabia.

Nossa Senhora mostrou a ele e agora? Agora está acontecendo.

Eu balancei a cabeça chorando e eu sei o que eu preciso fazer.

O quê? Convocar.

convocar os jovens para uma adoração mundial, assim como Carlo me pediu.

Em julho, tomei a decisão.

Reuni Andreia, padre Jean Franco e alguns amigos próximos e contei sobre a instrução final que Carlo me deu.

Ele disse que quando os sinais começassem, eu deveria convocar uma adoração eucarística mundial.

Todos ao mesmo tempo, milhões de jovens.

Andreia olhou para mim.

Sério? Você tem certeza disso? absoluta.

Padre Jean Franco se levantou.

Então vamos fazer, vamos organizar, vamos usar as redes sociais, os grupos de jovens, tudo.

Vamos convocar o mundo.

E assim começou.

Em agosto, lancei um vídeo nas redes sociais.

Falei sobre a promessa de Nossa Senhora.

Falei sobre os sinais que estavam acontecendo e fiz o convite.

Dia 8 de dezembro de 2024, festa da Imaculada Conceição, às 15 hora de Roma, eu convoco todos os jovens do mundo para uma adoração eucarística simultânea, onde quer que vocês estejam, na paróquia, na capela, em casa, na universidade, mas todos ao mesmo tempo ajoelhados diante de Jesus eucarístico.

O vídeo viralizou.

Em 24 horas, 2 milhões de visualizações.

Em uma semana 20 milhões.

Em um mês, 50 milhões.

Grupos de jovens começaram a se organizar espontaneamente.

Adoração Carl 2024.

Eucaristia mundial.

8 de dezembro.

Eu vou estar lá.

Paróquias do mundo inteiro começaram a confirmar.

Vamos abrir nossa igreja para adoração.

Vamos transmitir ao vivo.

Vamos organizar vigília.

Bispos começaram a apoiar.

Cardeis começaram a falar.

E então o Vaticano anunciou o Papa participaria na Basílica de São Pedro com transmissão ao vivo pro mundo.

Em novembro, um mês antes da adoração mundial, os sinais se intensificaram.

Mais milagres eucarísticos sendo documentados, mais conversões durante a adoração, mais jovens relatando experiências místicas diante do santíssimo.

E então aconteceu algo comigo.

Uma noite em casa, rezando o terço sozinha, senti aquele perfume rosas, mais forte do que nunca.

E então ouvi, não com os ouvidos, mas com o coração, uma voz suave.

feminina maternal.

Antônia filha, obrigada por obedecer.

No dia 8 de dezembro, eu estarei presente em cada adoração e meu filho vai se manifestar de forma visível, de forma innegável.

Prepare os corações, prepare o mundo, porque o que vai acontecer mudará a história da igreja.

Eu desabei ali mesmo no chão da sala, chorando, tremendo, agradecendo.

Maria, obrigada.

Obrigada por escolher, Carlo.

Obrigada por cumprir.

E naquela noite eu soube, o sinal estava chegando.

Agora estamos aqui.

Início de dezembro de 2024.

Faltam dias pro dia 8.

E o mundo inteiro está falando, mídias seculares cobrindo.

Milhões de jovens vão se ajoelhar ao mesmo tempo diante da Eucaristia.

Maior adoração simultânea da história.

Mãe de Carlo Acuts convoca evento mundial, alguns ridicularizando, fanatismo religioso, histeria coletiva.

Mas a maioria, a maioria está esperando, esperando para ver o que vai acontecer, porque algo no ar diz que isso não é só mais um evento católico, isso é algo maior.

Ontem à noite fui até Assis, até o túmulo de Carlo.

Ajoelhei diante daquele corpo incorrupto, encostei a mão no vidro e falei com ele: “Filho, eu fiz o que você pediu.

Eu convoquei agora.

Agora é com Deus, com Nossa Senhora, comigo.

Eu já fiz minha parte.

” E então senti aquela paz, aquela paz que não é desse mundo, a mesma paz que Carlo carregava.

E eu soube, soube que ele estava ali do outro lado, sorrindo, intercedendo, preparando o que está por vir.

Eu não sei exatamente o que vai acontecer no dia 8.

Não sei se será um milagre visível em todos os lugares ou se será algo concentrado em alguns locais.

Não sei se será a hóstia brilhando ou sangrando ou levitando.

Não sei se será uma cura impossível ou milhares de curas.

Não sei se será uma manifestação de Maria ou de Jesus.

Mas eu sei que será innegável, porque Nossa Senhora prometeu e tudo o que ela prometeu até agora se cumpriu.

O corpo incorrupto cumpriu, a beatificação cumpriu, a geração de jovens cumpriu.

Os sinais eucarísticos estão se cumprindo.

E agora, agora vem o grande sinal, o sinal que fará o mundo escolher.

Acreditar ou endurecer o coração de vez.

Irmão, irmã, se você está me ouvindo agora, se você chegou até aqui nessa história, não é por acaso.

Carlo te trouxe até aqui.

Nossa Senhora te trouxe até aqui, porque você faz parte dessa geração.

Você que tá longe da igreja, você que parou de ir à missa, você que acha que a eucaristia é só tradição, entra numa igreja, qualquer uma, senta num banco ou ajoelha.

como você preferir e fica ali em silêncio por pelo menos uma hora diante de Jesus eucarístico e espera, espera para ver o que ele vai fazer no teu coração, na tua vida, no mundo, porque algo vai acontecer.

Eu não sei o quê, mas eu sei que vai mudar tudo.

No dia 8 de dezembro de 2024, festa da Imaculada Conceição.

E eu estou aqui em Roma, na Basílica de São Pedro.

Olho ao redor.

Os telões mostram imagens de igrejas ao redor do mundo.

Brasil, multidões ajoelhadas nas praças.

Filipinas, capelas lotadas de jovens.

Polônia, catedrais transbordando.

Estados Unidos, universidades católicas com adoração ao ar livre.

México, Espanha, Índia, África, milhões de jovens ao mesmo tempo diante da Eucaristia.

E eu choro.

Choro porque Carlo viu isso 18 anos antes e acreditou.

O papa entra, vestes brancas, passo lento, olhar sereno.

Ele se ajoelha diante do altar, diante do ostensório dourado, diante de Jesus eucarístico e o mundo inteiro para.

Estima-se que neste exato momento mais de 10 milhões de pessoas estão ajoelhadas ao redor do planeta.

em igrejas, em casas, em praças, em capelas universitárias, todos em silêncio, todos diante do santíssimo.

E então começa, eu sinto aquele perfume rosas, mas não é só eu.

Ao meu redor, as pessoas começam a se olhar, a sussurrar.

Você tá sentindo? Esse perfume de onde vem? Não tem flores na basílica, nenhuma.

Mas o perfume está aqui forte.

inegável.

E então algo acontece.

O papa está ajoelhado, olhos fixos na hóstia exposta no ostensor e de repente a hóstia brilha.

Não é reflexo de luz, não é imaginação.

É uma luz que vem de dentro, dourada, suave, mais visível.

As câmeras captam, os telões mostram.

E ao redor do mundo, nos milhares de lugares onde há adoração simultânea, a mesma coisa está acontecendo.

A basílica fica em absoluto silêncio.

Não é medo, é reverência, porque todos sabem, todos sentem.

Jesus está vivo e ele está se manifestando.

E então pessoas começam a cair de joelhos.

Não só os que já estavam ajoelhados, mas outros.

Turistas que estavam só passando, jornalistas céticos que vieram cobrir o evento.

Eles caem, choram, gritam: “Perdão, Jesus, eu acredito.

Eu sinto, eu sinto que ele tá aqui.

” Ao meu lado, um jovem jornalista que estava filmando com o celular cai de joelhos, larga o telefone e chora.

“Eu era ateu”, ele grita.

“Eu era ateu, mas eu vi.

Eu vi Jesus vivo ali, uma voz dizendo: “Eu sempre estive aqui esperando você.

Volta para mim.

” E elas voltam em massa, aos milhares, aos milhões, voltam paraa confissão, pra missa, pra eucaristia.

Depois de uma hora de adoração em silêncio, depois que o brilho da hóstia diminui, mas não desaparece completamente, o papa se levanta, se aproxima do microfone e fala com voz firme, emocionada: “Irmãos e irmãs, hoje o céu tocou a terra.

Hoje Jesus eucarístico se manifestou de forma visível, innegável ao mundo inteiro.

Não foi em um lugar, foi em milhares ao mesmo tempo.

E isso não é coincidência, isso é cumprimento de promessa.

Ele olha para mim e acena, venha, Antonia, venha testemunhar.

Eu tremo, mas levanto e vou.

Chego ao microfone, milhões me assistindo.

Respiro fundo e falo: “Meu nome é Antonia Acutes.

Sou mãe do Beato Carlo Acutes.

E há 18 anos, meu filho me contou uma promessa que Nossa Senhora fez a ele.

Ela prometeu que a Eucaristia seria a salvação da juventude.

Ela prometeu que uma geração se levantaria.

Ela prometeu que Deus daria um sinal innegável.

Minha voz quebra, mas continuo.

E hoje, hoje vocês viram, vocês sentiram.

Jesus está vivo na Eucaristia.

Não é símbolo, não é lembrança, é ele.

Hoje ele provou que não.

Ele nunca te esqueceu.

E agora, agora você precisa escolher, voltar ou continuar longe.

Mas saiba de uma coisa.

A porta está aberta, Jesus está esperando e Carlo está intercedendo por você.

Irmão, irmã, se você está me ouvindo agora, talvez você não tenha participado do dia 8.

Talvez você esteja assistindo isso dias, semanas, meses depois.

Mas deixa eu te dizer uma coisa.

A promessa não expirou.

O que aconteceu no dia 8 foi o início, não o fim.

A eucaristia continua viva.

Jesus continua lá esperando e você ainda pode ir.

Ainda pode dizer: “Jesus, eu quero te conhecer de verdade”.

E ele vai responder: “Pode não ser com luz visível, pode não ser com perfume de rosas, mas vai ser com paz, com amor, com transformação, do jeito que aconteceu comigo, do jeito que aconteceu com Carlo.

Se Carlo estivesse aqui hoje, fisicamente ao meu lado, sabe o que ele te diria?” Ele diria: “Santidade não é pra gente perfeita, é pra gente que escolhe tentar”.

Eu não era especial, eu jogava videogame.

Eu tinha defeitos.

Eu brigava com meus pais.

A única diferença? Eu escolhi dizer sim.

Sim paraa eucaristia diária.

Sim para oferecer meu sofrimento.

Sim para Nossa Senhora.

E você também pode escolher isso hoje, agora.

A Eucaristia é minha autoestrada para o céu e pode ser a sua também.

Se essa história mexeu com você, se algo dentro do seu peito se moveu, compartilha.

Manda para aquele amigo que tá longe de Deus, para aquela prima que não vai mais à missa, porque essa história não é só minha, não é só de Carlo, é de todos nós.

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Eu leio tudo.

Eu rezo por cada um e Carlo também, porque essa é a promessa dele, interceder por quem crê.

Semana passada voltei ao hospital São Gerardo.

Subi até o terceiro andar, até o quarto 304.

O mesmo quarto onde Carlo passou os últimos dias, onde ele recebeu a promessa de Nossa Senhora.

Entrei, olhei pela janela, pro pátio, pras árvores e lembrei, lembrei daquela madrugada, Carlos segurando minha mão.

E agora, agora, 18 anos depois, eu vi a promessa se cumprir.

Tudo começou naquele quarto.

Hoje continua aqui entre eu e você nessa tela.

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e vai continuar, porque a promessa não tem prazo de validade.

Beato Carlo Acutes, rogai por nós.

Nossa Senhora da Eucaristia, intercedei por nós.

Que Deus te abençoe, que ele te transforme em luz onde você está.

E que você nunca, nunca esqueça.

Jesus está vivo na Eucaristia esperando você.

Vai, volta, ajoelha e deixa ele te transformar.

A eucaristia é minha autoestrada para o céu.

Beato Carlo Acutes, que ela seja a sua também.

Vai em paz e volta para casa.